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sexta-feira, 2 de março de 2012

PLDS chega ao Brasil



Mercado brasileiro representa hoje 30% do faturamento
 da empresa nas Américas
 
São Paulo, Fevereiro de 2012 

A PLDS, subsidiária comercial da Lite-on IT, parte do Grupo Taiwanês Lite-on, e fabricantes de produtos ODD e SDD, chega ao país e investe na entrega de valor agregado aos seus canais de distribuição, no lançamento de seu website em português, na contratação de equipe local e no reforço de seu marketing. À frente da operação no Brasil - que representa hoje 30% do faturamento nas Américas - está Esteban Kim, diretor de Desenvolvimento de Negócios, e Marcus Bosco, gerente territorial. 
A empresa possui hoje quatro distribuidores que cobrem o território nacional: Alcatéia, Intersmart, HandyTech e All Nations, além de trabalhar com Integradores de Sistemas e grandes fabricantes. "Nosso objetivo em 2012 é aumentar nossa presença local e apoiar com maior proximidade e participação as ações de nossos distribuidores e canais de venda", explica Esteban Kim. "Atualmente, nossos produtos são muito utilizados no país, porém são poucos os que conhecem as nossas marcas Plextor e Lite-On. Nosso objetivo é fortalecer a marca de nossos produtos e, com isso, ampliar as oportunidades de negócios". 
O website da empresa em português já está no ar -http://www.liteonssd.com/br -, e conta com informação sobre os produtos e as indústrias na qual a PLDS atua. "Acreditamos que, com presença no idioma local, oferecemos aos parceiros comerciais mais uma ferramenta de comunicação para expandir a visibilidade de nossos produtos no território".
 
Sobre a PLDS
 
O Grupo Lite-On é formado por nove empresas, sendo líder na convergência digital (3Cs: Computer, Communications e Consumer Electronics), e emprega 35 mil pessoas em todo o mundo, com 45 fábricas, 29 filiais e quatro Centros de Pesquisa & Desenvolvimento. 
As raízes da Lite-On IT estão no Lite-On Electronics Inc, fundada em 1975 e que primeiramente produzia relógios que utilizavam tecnologia de iluminação LED (Light Emitting Diode), pilar da Lite-On durante os primeiros anos. Nos vinte anos seguintes, a Lite-On expandiu gradualmente seus negócios pela região Ásia Pacífico, convertendo-se em uma notória fabricante com várias filiais estabelecidas, que atualmente formam o grupo Lite-On. 
A Lite-On começou como uma unidade de negócios dentro da Lite-on Technology, em 1995. Nessa época, o mercado de unidades de discos ópticos (ODD) estava crescendo de maneira acelerada e, para ter um atrativo nesta área, a Lite-On Technology decidiu estabelecer uma divisão dedicada à produção de unidades de CD-ROM de alta qualidade. Foi implantada uma fábrica na China, e a Lite-on se tornou a maior fabricante de CD-ROM de Taiwan e uma das três maiores mundialmente. 
Devido ao grande sucesso dos ODD no mercado, a Lite-On IT, um negócio relativamente pequeno, tornou-se uma subsidiária independente do Grupo Lite-On, produzindo mais de um milhão de unidades por mês. Em 1999, foi fundada oficialmente a Lite-On IT, com sede em Taipei e filiais nos Estados Unidos e na Holanda.
Nos anos seguintes, a Lite-On IT manteve seu crescimento no mercado de ODD, introduzindo novos produtos: CD-RW, DVD-ROM, COMBO, DRD-RW e a geração de unidades de Blu-Ray. Isso resultou em um aumento na produção de um milhão de unidades por mês, em 1999, para uma média de cinco milhões de unidades por mês em 2005. 
Em abril de 2006, a Lite-On IT adquiriu o negócio de ODD da BenQ, colocando-a como segunda fabricante mundial de ODD em OEM/ODM. Em 2007, a Lite-On IT firma uma joint-venture com a Royal Philips Electronics, da Holanda, sendo que a união entre as empresas é chamada de Philips & Lite-On Digital Solutions (PLDS). Hoje, a PLDS é responsável pelas vendas e marketing de ODDs da marca Lite-On. 
Para mais informações sobre a Lite-On e seus produtos, visite: 
Website: www.liteonodd.com/br   

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Uruguai pede dados de mortos durante ditadura no Brasil


O governo do Uruguai se prepara para solicitar ao Brasil arquivos sobre uruguaios mortos e desaparecidos no País nos anos da ditadura militar. A revelação foi feita ontem ao jornal O Estado de S. Paulo pelo ministro de Relações Exteriores do Uruguai, Luis Almagro, em Genebra.
À reportagem, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, já indicou que o País está disposto a oferecer as informações que serão solicitadas pelos uruguaios. Ontem, na ONU, ela garantiu que haverá "transparência plena" sobre os documentos, mas não disfarçou o mal-estar ao ser questionada sobre a carta enviada por militares criticando sua postura em relação a como tratar o passado.
"Precisamos ir no sentido contrário ao que os países da região fizeram nos anos da ditadura quando criaram a Operação Condor. Agora, precisamos ir no sentido inverso e usar o fato de que somos democracias para contribuir justamente na troca de informações", disse Almagro.
Segundo o ministro, as investigações em Montevidéu já indicaram o desaparecimento de uruguaios em vários países da região, inclusive no Sul do Brasil. "Vamos fazer um pedido de informações ao Brasil", disse, sem dar detalhes dos casos.
O chanceler admitiu que já há casos identificados de uruguaios que desapareceram no Paraguai e diz que também vai pedir esclarecimentos. O Uruguai tem sido um dos líderes na busca por informações e abertura de investigações sobre sua ditadura, que durou de 1973 a 1985. O presidente José Mujica, ex-guerrilheiro, conseguiu mudar a legislação para tornar os delitos imprescritíveis.
Maria do Rosário, que ainda não havia sido informada da iniciativa dos uruguaios, não hesitou em colocar os arquivos à disposição. "Estamos trabalhando no âmbito do Mercosul justamente para permitir essa troca de informações", disse.
Assessores do governo estimam que existam informações sobre casos de uruguaios desaparecidos ou mortos no Sul do País, depois de suas identidades terem sido compartilhadas pelos regimes militares de Montevidéu e Brasília.
Polêmica
Na plenária do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a ministra adotou um tom firme de compromisso do governo em lidar com seu passado. "Em seu primeiro ano de governo, a presidente Dilma Rousseff honrou o compromisso fundamental com a democracia e os direitos humanos", declarou. "Sancionou a lei que cria a Comissão da Verdade e a Lei Geral de Acesso à Informação, estabelecendo condições para a investigação de graves violações perpetradas pelo Estado e a transparência plena de documentos públicos", disse.
Ao deixar o local, no entanto, a ministra não escondeu como o tema ainda é sensível. Ao ser questionada sobre quais seriam os próximos passos da comissão, foi evasiva. "Eu não tenho essas informações", disse. "Estamos trabalhando, estamos preparando os caminhos."
Ao ser questionada sobre a carta enviada neste mês por clubes militares brasileiros que a criticaram por sua posição sobre a Lei da Anistia, a ministra se recusou a dar uma resposta. "Boa noite a todos, boa noite a todos. Eu adoro conversar com vocês. Tchau", repetia a ministra. Depois de muita insistência e de um certo nervosismo, ela decidiu dar uma resposta. "Pode dizer que a ministra disse que não se pronunciaria sobre a Comissão da Verdade além de seu pronunciamento (na plenária da ONU)." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PERSPECTIVAS PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2012


A oferta do crédito no setor imobiliário deve aumentar entre 30% e 40% em 2012
Início do ano começa as previsões e perspectivas para a nova época que se inicia, e as primeiras notícias são boas. o Índice Imobiliário (IMOB) da BM&F Bovespa já teve valorização de 5,21%, com 788 pontos. Esse indicador mede o desempenho das empresas do setor relacionadas também à intermediação imobiliária e à exploração de imóveis. O índice fechou 2010 com 1.036 pontos e, em 2011 com 749 pontos.  A estimativa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) é que a oferta do crédito no setor imobiliário deve aumentar entre 30% e 40% em 2012.
A Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire) indica que este ano, o Brasil será o segundo melhor mercado imobiliário do mundo na atração de investidores estrangeiros, superando a China na lista de preferências. São Paulo é a cidade brasileira que mais se destaca, passando de 26º lugar no ranking para a 4ª colocação entre as grandes metrópoles, superando a cidade de Frankfurt e todas as capitais dos países da zona do Euro e das economias dos Brics.
Por outro lado temos notícias do SECOVI, informando que o mercado paulista já está sendo afetado pela desaceleração da economia brasileira. O número de imóveis vendidos na capital paulista foi o menor desde 2006.
Mesmo assim, a queda na venda não é uma unanimidade, pois a perspectiva é que o mercado imobiliário mantenha-se estável para o ano de 2012. Fatores como o crescimento da economia, manutenção do mercado interno aquecido, aumento da renda familiar, baixas taxas de desemprego, elevado déficit habitacional, os eventos esportivos mundiais e as garantias legais, mantenham o mercado aquecido.
Apesar de tanto se falar em escassez do funding, o Banco do Brasil pretende reforçar a concessão de crédito imobiliário em 2012. A instituição encerrou 2011 com um estoque de aproximadamente de R$ 7,7 bilhões em financiamento de imóveis, o que representa um aumento de 126% em relação aos R$ 3,4 bilhões de dezembro de 2010, e pode encerrar 2012 passando de R$ 12 bilhões.
Não há motivo de preocupação, pois 2012 deverá ter um ritmo de crescimento inferior ao de 2011, mas não é um sinal de alerta. Deveremos experimentar um desaquecimento e, após um período prolongado de forte expansão, vamos crescer de forma mais moderada.


Artigo - Daniele Akamine
Bacharelado em Direito, Pós-Graduada em Direito Civil, Direito Penal e Processo Penal, MBA em Economia da Construção e Financiamento Imobiliário, técnica em Contabilidade e sócia diretora da  Akamines Negócios Imobiliários Ltda.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vida Melhor - Entrevista sobre Osteoporose (Dr. Edson Monteiro)

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O HORÁRIO DE VERÃO

Médico explica o que acontece no organismo quando ocorre mudança nos horários

Hoje, sábado, 25 de fevereiro, à meia noite, chega ao fim o horário de verão e os relógios devem ser atrasados em uma hora. Para a economia do país, o principal objetivo da medida é diminuir o consumo de energia elétrica, principalmente, das 18h às 21h, pois, neste período pode-se aproveitar melhor a luminosidade natural dessa época do ano. 
Porém, para muitos brasileiros, acostumar com a mudança dos ponteiros do relógio não é uma tarefa fácil. Para eles, essa troca de horário traz desconfortos, especialmente, nos primeiros dias. Mas, por que isso ocorre? O neurologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Cleverson de Macedo Gracia, tira a dúvida dessas e outras questões sobre o tema.

1) Por que as pessoas sentem dificuldade de se adaptar ao horário de verão e a voltar ao horário regular? Existe alguma explicação fisiológica para isso?
 

Dr. Cleverson de Macedo Gracia: Sim, a explicação fisiológica é a de que o nosso organismo tem o ciclo circadiano, que é o período de 24h e é influenciado pela luz solar. Este relógio biológico encontra-se no núcleo supraquiasmático do hipotálamo, uma estrutura nas profundidades do cérebro.

2) Crianças e idosos demoram mais para se acostumar com o horário tradicional?
Dr. Cleverson de Macedo Gracia: Sim. Os idosos e as crianças têm mais dificuldades de se adaptar às mudanças de horário. Mas, ainda não se conhece a razão desta evidência.

3) O que é mais difícil: se adaptar ao horário de verão ou a volta ao horário normal? Por quê?
Dr. Cleverson de Macedo Gracia: As mudanças para leste são piores do que para oeste, isto é, quando você adianta o relógio é pior do que quando você atrasa. A razão disto é que nós estamos mais propensos a ficar mais tempo acordados a noite que ter que acordar mais cedo no dia seguinte. Como se fosse a favor e contra o relógio biológico.

4) Que sintomas podem indicar essa dificuldade de adaptação?
Dr. Cleverson de Macedo Gracia: Insônia, sonolência diurna, cansaço, fraqueza muscular, dores de cabeça, mau-humor, alteração do apetite, distúrbios estomacais, confusão mental, irritabilidade, constipação e queda da imunidade. Estes sintomas só são significativos em casos de mais de dois fusos horários, isto é, com variação do horário em duas ou mais horas. Em caso de uma hora, os sintomas tendem a se resolver rapidamente em dois a três dias.

5) Quais dicas podem facilitar essa adaptação?
Dr. Cleverson de Macedo Gracia: Pessoas que percebem esses sintomas devem parar o que estão fazendo (se possível), tirar um cochilo acima de 45 minutos. Cafeína, exercícios e convívio social ajudam a resolver o problema também.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Cirinho do Rio Doce lança novo CD







O cantor e compositor capixaba Cirinho  Rio Doce lança seu  novo   CD, o Som Du Buteco 4 . Esse é o quinto CD do artista.
No total, são 17 novas composições sendo seis de sua autoria, outras de parceiros e de cantores consagrados. Uma dessas músicas, Cavaleiro Errante, é um dos sucessos de Cirinho Rio Doce, feita em parceria com Luiz Antônio Garcia, o Pigmeu, de Mantena (MG).
Mas o disco terá inédita do artista, como Doce Rio, Rio Doce, que fala da seca do que acometeu o Vale do Rio Doce nos anos 90. O disco está sendo distribuído pelo selo Chão da Terra.
Cirinho é natural de Colatina e começou a cantar e compor quando ainda estudante na Escola Agrotécnica. Cirinho nasceu a três de maio de 1962, às margens do Rio Doce, em Colatina, Norte do ES. Desde cedo Cirinho escutava as histórias de pescadores do Rio Doce, que serviu mais tarde para inspiração de suas musicas.
Desde cedo era apaixonado pela música, mas a sua musicalidade surgiu a partir de 1978 quando começou a dedilhar o violão e a dar os primeiros passos participando em seguida de festivais de musica e a cantar em bares do Norte Capixaba.  
Participou, em Vitória, do histórico grito de Diretas Já, em apresentação na Praça Costa Pereira, juntamente com outras artistas da terra. Naquela época, participou de vários projetos musicais na capital tocando no Teatro Carlos Gomes, Circo da Cultura, Projeto Seis e Meia e no teatro da UFES. No Circo da Cultura percorreu o Estado levando sua música e seu som. Militante de alguns movimentos sociais, Cirinho do Rio Doce foi um dos primeiros artistas a levantar a bandeira do controle da natalidade no Brasil (CN). Além de cantor e compositor, Cirinho é jornalista tendo trabalhado para grandes jornais. Além disso, ainda é escritor e pintor abstrato.

Contatos:


sábado, 18 de fevereiro de 2012

Lei da Ficha Limpa sabiamente derruba outras manchetes de jornais

Um dia após a sentença de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, ser divulgada, os jornais O Globo, Estadão e Folha de São Paulo noticiaram o caso em suas versões impressas, mas não na manchete. Ao invés da notícia sobre a decisão do júri em Santo André (SP), as publicações voltaram a cobertura para o que aconteceu em Brasília e deram destaque, em suas primeiras páginas, à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que a Lei da Ficha Limpa já valerá para as eleições deste ano.

Assinada por Felipe Recondo e Mariângela Galluci, a reportagem do Estadão sobre o julgamento no STF informa que o órgão considerou a lei contra os “fichas-sujas” constitucional. O conteúdo do veículo em relação ao tema ocupa a página A4 da edição desta sexta-feira, 17, e apresenta um box para tirar as dúvidas sobre a “Ficha Limpa” – lembrando que políticos condenados pela Justiça disputem eleições, a cronologia da discussão no Judiciário – iniciada em setembro de 2009, e cita que o ex-senador pelo Distrito Federal, Joaquim Roriz (PSC), está inelegível  até 2013.

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Lei da Ficha Limpa foi manchete em O Globo, no Estadão e na Folha.
Mesmo sem ser a manchete do jornal do Grupo Estado, o desfecho do julgamento de Lindemberg, que duro quatro dias, ocupou mais páginas do que a Lei da Ficha Limpa. Publicada no ‘Metrópole’, a matéria de Adriana Ferraz e Arthur Rodrigues e intitulada “Lindemberg é condenado a 98 anos de prisão, mas vai cumprir no máximo 26” ocupa por completo a primeira página do caderno. A reportagem relembra as mais de 100 horas que Eloá ficou sob domínio do réu-confesso, em outubro de 2008. Além disso, a relação da promotoria e da defesa rendeu outro texto, também de uma página.

Diferentemente do Estadão, a Folha deu mais espaço à matéria da manchete do que ao assunto referente a sentença de Lindemberg – que foi inserida no caderno ‘Cotidiano’. A decisão do STF ocupou uma página e meia da seção ‘Poder’ e contou com a coluna de Eliane Catanhêde e artigo de abordando o mesmo assunto. A reportagem principal do jornal sobre a Lei da Ficha Limpa foi assinada por Felipe Seligman e Nádia Guerlenda traz o placar da votação no STF. A publicação mostra que sete ministros votaram a favor da lei, enquanto quatro foram contrários. 

Comparado com Estadão e Folha, o carioca O Globo foi quem mais deu espaço à matéria da manchete.  A decisão do Supremo em validar a Lei da Ficha Limpa rendeu três reportagens ao diário, além de servir de “matéria-prima” para a coluna de Merval Pereira, que destacou que “o passado condena”, fazendo alusão ao item da lei que barra os políticos já condenados. O jornal considerou a votação como “decisão histórica” realizada depois adiamentos. Para a produção das reportagens, o veículo contou com Jailton Carvalho, André de Souza, Cássio Bruno, Roberto Maltchik e Tatiana Farah. “Lindemberg é condenado” ocupou pouco mais de meia página do periódico.